Para Sempre

Tribulto a Belchior ocorrido em Coreaú

Belchior para sempre

quinta-feira, 5 de abril de 2018

No início da noite de sábado de aleluia (31), um grupo de amantes da boa música se reuniram para realizar um evento em alusão ao grande cantor, compositor e intérprete da Música Popular Brasileira, Antônio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes, ou simplesmente Belchior. Vários músicos, cantores e fãs do cantor estiveram presentes no Tributo em sua homenagem, denominado de "Belchior para Sempre" que ocorre na rua onde membros de sua família moravam. Os seus primos, filhos de Dona Deusa que era irmã de Dona Dolores, mãe de Belchior, estavam presentes e contribuíram para festa.


 
Primos e parentes do Belchior que moram em Coreaú




Cantores e Músicos Convidados:
  • Manoel Evangelista de Lima, militante social, músico, professor de música, natural de Coreaú, interprete e compositor atualmente residente em Fortaleza;







  • Jandacléia Portela (Janda), natural de Coreaú, profissional autônoma participou da organização do Grupo Encanto musical;







  • Jairo Ernesto (Jairo Venturiny) Músico profissional, é membro da Banda Municipal Lira Palmense de Coreaú, dono do grupo Jairo Venturiny e Banda;










  • José Roberto Ezequiel, natural de Coreaú comerciante, músico amador;

  • Jullierme Kilvio Marinho Braga, Contador, licenciado em matemática, professor da rede pública estadual, compositor, músico amador, natural de  Fortaleza;












  •  José Mario  Moreira (Prof  Zé Mário),  natural  de  Coreaú,  licenciado  em  História,
    especialista em gestão escolar, atua na rede estadual de ensino;







  • Wagner de Aragão (Waguinho), natural de Coreaú, motorista e um dos organizadores do evento;










  • Pedro Ximenes (Pedro Camargo), natural de Coreaú, padeiro e músico amador;











  • Nárcélio Portela, músico profissional, maestro, dono de estúdio e membro da banda municipal Lira Palmense de Coreaú;








  • Marcus Vinícius Albuquerque, natural de Coreaú, músico amador, trabalha na área contábeis;












  • Paulo Sérgio Felismino (Paulinho do Sax), músico profissional e membro da banda municipal Lira Palmense;








  • Francisco Leandro Fi



    lho, natural de Coreaú, funcionário público.













Equipe de organização do Tributo a Belchior - Belchior para Sempre




segunda-feira, 12 de março de 2018

Toda população de Coreaú está convidada a prestar, uma grande homenagem ao seu ilustre filho querido Belchior, um dos maiores compositores e intérprete da música popular brasileira.  O Tributo realizar-se á  dia 31 de março de 2018. O homenageado faleceu em 30 de abril de 2017 na cidade de Santa Cruz no Rio Grande do Sul, deixando o maior legado de sua obra para a filosofia, a arte, a poesia e a cultura contemporânea.  Sendo na atualidade, uma das obras mais estudadas pela intelectualidade e os amantes da boa música e da arte.
O evento será uma oportunidade de vivenciar a homenagem, curtir a música, a poesia com isso reunir os amantes da boa música.
A organização do evento é da Fundação CIS, tendo como comissão organizadora: Custódio Azevedo, Wagner Aragão e Benedito Lourenço.   As inscrições poderão ocorrer mediante contato direto com os organizadores, pelo acesso ao facebook: belchior para sempre.
A partir das 15h00 estaremos na rua Tabelião Angelim em frente ao Domingo da Deusa, Coreaú. 

domingo, 11 de março de 2018

Será realizado dia 31 de março de 2018 no horário de 17 h00 ás 20h00 na cidade de Coreaú, o tributo à memória de Belchior. O evento será uma oportunidade de homenagem para curtir, vivenciar a boa música, com isso, vai reunir assim os interpretes que cantam a Música Popular Brasileira (MPB), especialmente as canções e poesia de Belchior. A organização do evento é da Fundação CIS, tendo como comissão organizadora: Custódio Azevedo, Wagner Damásio e Benedito Lourenço.  
O tributo tem o objetivo de reunir talentos da boa música, dar visibilidade e difundir os talentos locais.  As inscrições poderão ocorrer mediante contato direto com os organizadores, pelo acesso ao face book: belchior para sempre.


segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Belchior morreu em 30 de abril de 2017, aos 70 anos, na cidade de Santa Cruz do Sul e o governo do Ceará emitiu uma nota de pesar. A causa da morte foi um aneurisma da aorta, a principal artéria do corpo humano.
governador do CearáCamilo Santana, decretou luto oficial de três dias, providenciando o traslado do corpo, garantindo assim, o desejo do cantor de ser enterrado no Estado do Ceará, sendo velado em Sobral, sua cidade natal, e sepultado em Fortaleza.

Durante sua infância, no Ceará, foi cantador de feira e poeta repentista. Estudou música coral e piano com Acácio Halley. Seu pai tocava flauta e saxofone e sua mãe cantava no coral da igreja. Tinha tios poetas e boêmios. Ainda criança, recebeu influência dos cantores do rádio Ângela MariaCauby Peixoto e Nora Ney. Foi programador de rádioem Sobral. Em 1962, mudou-se para Fortaleza, onde estudou Filosofia e Humanidades. Começou a estudar Medicina, mas abandonou o curso no quarto ano, em 1971, para dedicar-se à carreira artística. Ligou-se a um grupo de jovens compositores e músicos, como FagnerEdnardo, Rodger Rogério, Teti, Cirino entre outros, conhecidos como o Pessoal do Ceará.
De 1965 a 1970 apresentou-se em festivais de música no Nordeste. Em 1971, quando se mudou para o Rio de Janeiro, venceu o IV Festival Universitário da MPB, com a canção Na Hora do Almoço, cantada por Jorge Melo e Jorge Teles, com a qual estreou como cantor em disco, um compacto da etiqueta Copacabana. Em São Paulo, para onde se mudou, compôs canções para alguns filmes de curta metragem, continuando a trabalhar individualmente e às vezes com o grupo do Ceará.
Em 1972 Elis Regina gravou sua composição Mucuripe (com Fagner). Atuando em escolas, teatros, hospitais, penitenciárias, fábricas e televisão, gravou seu primeiro LP em 1974, na gravadora Chantecler. O segundo, Alucinação (Polygram, 1976), consolidou sua carreira, lançando canções de sucesso como Velha roupa coloridaComo nossos pais, que depois foram regravadas por Elis Regina e Apenas um rapaz latino-americano. Graças a estes hits, Alucinação vendeu 30 mil cópias em apenas um mês. Outros êxitos incluem Paralelas (lançada por Vanusa) e Galos, noites e quintais (regravada por Jair Rodrigues). Em 1979 no LP Era uma Vez um Homem e Seu Tempo (Warner) gravou Comentário a respeito de John (homenagem a John Lennon), também gravada pela cantora Bianca. Em 1983 fundou sua própria produtora e gravadora, Paraíso Discos, e em 1997 tornou-se sócio do selo Camerati. Sua discografia inclui Um show – dez anos de sucesso (1986, Continental) e Vício elegante (1996, GPA/Velas), com regravações de sucessos de outros compositores.

Antônio Carlos Belchior, mais conhecido simplesmente como Belchior (Sobral26 de outubro de 1946 – Santa Cruz do Sul30 de abril de 2017), filho de Dolores Gomes Fontenelle Fernandes e Otávio Belchior Fernandes, foi um cantorcompositor brasileiro. Um dos membros do chamado Pessoal do Ceará, que inclui FagnerEdnardo, Rodger, e outros, Belchior foi um dos primeiros cantores de MPB do nordeste brasileiro a fazer sucesso nacional, em meados da década de 1970.
Seu álbum Alucinação, de 1976, é considerado por vários críticos musicais como o mais revolucionário da história da MPB e um dos mais importantes de todos os tempos para a música brasileira. Não a toa, em 2012, Belchior apareceu na posição 58 da lista As 100 Maiores Vozes da Música Brasileira pela Rolling Stone Brasil.
Belchior ganhou o primeiro lugar no IV Festival Universitário de 1971 com a música "Hora do almoço", interpretada por Jorge Melo e Jorge Teles. Entre os seus maiores sucessos estão Apenas um Rapaz Latino-AmericanoComo Nossos PaisMucuripe e Divina Comédia Humana. Outras composições de Belchior de grande sucesso foram "Paralelas" (gravada por Vanusa) e "Galos, noites e quintais" (regravada por Jair Rodrigues).

Postagem Populares